NÃO LUGAR
UM NÃO COLETIVO
Não-lugar pode ser pensando tanto como a impossibilidade de habitar o mundo presente que, dominado pelo impessoal e massificante, se precipita na falta de sentido, como num sentido geográfico: habitar a megalópole, que a medida que cresce, ao invés de inventar caminhos, cria barreiras – enfim, lugares que se auto-asfixiam.
O não-lugar quer compartilhar experimentos, percepções, queremos colaborar uns com outros, criando pontes, elevadores, escadas de incêndio e playgrounds onde nossa loucura possa brincar a vontade.
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